A necessidade de debater as doenças mentais

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    Isso é frescura! Frescura ou doença? Por que é um assunto tão difícil de se debater e entender? A sociedade ainda não entende que, assim como as tecnologias avançam, as doenças também. E muito além da nossa sabedoria. Em tempos tecnológicos a proximidade física entre as pessoas se tornou algo esporádico, somente quando necessário. A cobrança pelo corpo e personalidade perfeita abala constantemente o ego dessas pessoas. 
        A cada ano, aumentam os números de estudantes de medicina que se suicidam ou desistem do curso. Não somente essa classe de estudantes. São advogados, pais de família, jovens que transitam da adolescência para a fase adulta, que se encontram em estágios de depressão, por exemplo, e não sabem. Preferem se culpar a entender que estão doentes.  
        O ser humano prefere acreditar na fantasia. Exemplificando melhor, este ser pensa: vou começar a trabalhar e daqui a pouco compro todos os meus sonhos. Eis que a realidade chega, em forma de despesas, cobranças. E junto e quase imperceptível a depressão, a ansiedade, a síndrome do pânico.
        Essas doenças se infiltram por motivo de expectativa, idade, trauma, genética. Mas todas tem tratamento, seja para amenizar ou curar esses sintomas. 
       Setores públicos e privados ligados à saúde e sociedade tem que investir incessantemente em programas sociais, divulgar sintomas e lembrar a população que há, sim, forma melhor de combate-lá. Que, como qualquer outra enfermidade, existem profissionais como: psicólogos, psiquiatras, assistentes sociais prontos para atendê-los. Hospitais e consultórios  estruturados e dispostos  a ajudar nessa luta tão difícil de entender.
       É preciso rever conceitos e padrões. O diálogo é extremamente necessário nesta causa. Ignorar só aumentará o problema que já não é pequeno. Avançar o entendimento sobre está causa abrirá caminhos que levaram a descobertas genéticas e a cura dessas doenças, por exemplo.