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    O mal do século é o distúrbio     
        Os transtornos mentais têm acometido boa parte da população. Os números de pessoas afetadas crescem consideravelmente e suas vítimas ficam impossibilitadas de ter uma vida normal. O fato é que tais problemas, são mais comuns do que se imagina e por vezes não são tratados com sua devida importância, sendo assim negligenciados. 
         Variações no humor, comportamento e raciocínio são sinais de que há um distúrbio mental. Mas, muitos acreditam que esses sintomas são mais um estado emocional do que uma doença, o que é preocupante, pois a atenção necessária só é dada quando a situação já é agravante. A capacidade do indivíduo é comprometida em detrimento desse transtorno, tanto que existem muitas pessoas aposentadas por invalidez. Como qualquer outra doença, essa também é bastante prejudicial.
         Além disso, é válido ressaltar que a qualidade de vida desse ser humano é afetada diretamente. Quem sofre com isso, frequentemente não consegue desempenhar uma tarefa no seu ambiente de trabalho, como também, sente dificuldade de se relacionar com as pessoas ao seu redor, tendo que lidar com a incompreensão de muitos. Esses distúrbios podem ser congênitos ou adquiridos na vida, desde circunstâncias pessoais difíceis até na própria rotina. Em vista disso, é inaceitável que haja desatenção em casos assim. 
           As doenças mentais, portanto, devem ter uma visibilidade muito maior à fim de serem amenizadas. É papel da mídia em parceria com o Governo informar os cidadãos acerca dessas disfunções, promovendo campanhas nos meios de comunicação. Inclusive, o Estado deve colocar mais profissionais dessa área em cada Unidade de Saúde. A iniciativa privada, proporcionando palestras sobre esse tema, dispondo de psicólogos nas empresas, para orientarem os seus empregados. Outras medidas devem ser tomadas, mas como já disse Zygmunt Bauman: "Na era da informação, a invisibilidade é equivalente a morte."