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    No cenário contemporâneo, as doenças mentais são consideradas o mal do século XXI. Do mesmo modo que, se apresenta distúrbios psíquicos, a saúde física é afetada igualmente. De fato, é necessário debater sobre essas disfunções, uma vez que, afetam a qualidade de vida do ser humano.
      Em primeiro plano, destaca-se o preconceito com o enfermo diante a situação. Já que, é nítido a carência de apoio por parte de familiares e amigos, devido a falta de compreensão do que está ocorrendo. A depressão é um dos casos mais comuns, de acordo com a OMS 15 a cada 100 pessoas com a doença decidem pôr fim a própria vida. Logo, quem sofre com esses problemas, na maioria das vezes, está sozinho nessa jornada.
       Como se não bastasse, o dia a dia cada vez mais agitado, a busca pelo perfeccionismo no campo de trabalho e a cobrança social por atitudes que lhe atraem, contribuem ainda mais para essa problemática. Por seguinte, essas exigências afetam qualquer meio de relação entre indivíduo e comunidade, visto que, o sujeito sofre opressão por não seguir os padrões propostos. Posto isto, desencadeando a ausência de confiança e amor-próprio. 
       Portanto, é fundamental reconhecer essas patologias o quanto antes. Por ter origem psicológica, a maioria das pessoas não leva a sério e recorre à automedicação sem prescrição médica. Acompanhamento familiar e palestras motivacionais (inclusive disponíveis na rede virtual) colaboram com o combate. O governo em parceria com o Ministério da Saúde deve implantar profissionais capacitados nessa área na rede pública (SUS) para uma abordagem ampla e tratamento ativo. Além disso, a prática de uma vida saudável melhora a autoestima, visto que com o cuidado do físico e psíquico tem-se "mente são e corpo são".