A necessidade de debater as doenças mentais

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    Na Segunda Guerra Mundial, durante a Aktion T4, Hitler exterminou pessoas com deficiências físicas ou mentais, em busca de uma  "nação perfeita". Pessoas com transtornos mentais, eram denominadas  loucas e anormais, insuscetíveis a um tratamento, piorando gradativamente o quadro da doença. Atualmente, rumo a um nova forma de pensar, e lidar com situações como essa, busca-se meios para identificar as causas e soluciona-las.
               Com o avanço da sociedade nos meios científicos e tecnológicos, os níveis de estresse também aumentaram, consequentemente, os transtornos psicológicos cresceram. Nesse ínterim, trabalho, trânsito, problemas familiares, e até mesmo guerras civis, podem influenciar, como em Mossul (Iraque), em decorrência de anos de guerra, a exposição à violência, fez com que pessoas desenvolve-sem transtorno psicológicos, que afetaram a saúde mental.
             Ademais, constata-se a depressão, doença multifatorial, ou seja com várias causas de seu surgimento, que é tratada muitas vezes como apenas um ataque de tristeza ou fraqueza, assim, pessoas com a depressão, não procuram tratamento adequado. De acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças, as pessoas que sofrem de depressão não tratada, podem morrer até 25 anos mais cedo do que a média de vida.        
             Faz-se premente, portanto, meios para solucionar o impasse. Sendo assim, é dever do Ministério da Saúde, velar pela correta implementação, monitorização e avaliação periódica dos casos de transtornos mentais. A mídia, como meio de comunicação e elemento persuasivo, em parceria com o Centro de Ajuda Psicossocial (Caps), podem promover maiores informações acerca de problemas com a saúde mental, para incentivar todos a procurarem ajuda. Portanto, é imprescindível, discutir os problemas com a saúde mental, e orientar a população a procurar ajuda, assim, todos poderão ter uma vida saudável.