A necessidade de debater as doenças mentais

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    É inegável, na sociedade contemporânea, o aumento significativo dos transtornos mentais. São mais comuns do que se imaginam e atingem milhões  em todo o mundo. Conquanto sejam altos os números, muitas pessoas os consideram como um estado emocional do que como uma doença.
      Primeiramente, falar sobre transtornos mentais é um assunto muito delicado. A depressão e a ansiedade são as doenças mais frequentes, com efeito, são as mais negligenciadas pela família e pedo Estado. Nesse contexto, percebe-se que o maior desafio está em ajudar a própria pessoa e a família a vencerem a cultura preconceituosa e o estigma em realizar um tratamento psiquiátrico.
       Outro aspecto, é o fato que parte disso existe justamente pela falta de informação. É válido salientar que o assunto é considerado tabu e dificilmente é discutido abertamente. Portanto, é imprescindível  que uma rede inteira atue em conjunto para enfrentá-los. A família deve buscar soluções ligando as secretarias de saúde , os demais equipamentos públicos e o sistema de garantia para combater o mal do século.
        É necessário, portanto, que o Poder Executivo regulamente a lei que dispões sobre os direitos das pessoas com transtornos mentais e efetive o tratamento adequado, criando mais Centros de atenção psicossocial. Destarte, uma iniciativa plausível a ser tomada é a ação conjunta entre educadores, família, organizações da sociedade civil, além de governo, no intuito de divulgar informações através de campanhas sobre doenças psiquiátricas. A informação é um aliado importantíssimo na hora de diagnosticar e buscar um tratamento eficaz.