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    A banalização das doenças mentais
     As doenças mentais afetam pessoas em todas as partes do mundo, independente de cor, idade, religião ou classe social. Segundo a Organização mundial da saúde (OMS) cerca de 400 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de algum transtorno mental. As pessoas com distúrbios mentais tem suas vidas transformadas, não conseguem realizar tarefas simples do dia-a-dia, como levantar da cama ou sair de casa e em casos mais severos podem levar ao suicido. As mudanças também ocorrem na vida dos familiares e amigos que por sua vez tem o importante papel de ajudar, mas que muitas das vezes omite o problema dizendo ser apenas uma fase e que vai passar.
     A falta de informações sobre os transtornos mentais acabam ajudando o crescimento do bullying nas escolas e na sociedade em geral afetando diretamente a vida do portador da doença, a desinformação causa uma ideia errada sobre o problema, a imagem e o esteriótipo de que pessoas com esses distúrbios são agressivas e perigosas. Fato esse gerador de medo e repulsa nas pessoa, que acaba fazendo quem tem o distúrbio esconder o problema e até mesmo se isolar da sociedade, agravando o seu estado mental. 
      A procura de ajuda por pessoas com esses problemas quase não acontece, muitas vezes por medo e quando ocorre é banalizada e levada em forma de brincadeira. A importância de quebrar os esteriótipos é evidente, mas para isso é necessário investir em campanhas de conscientização sobre a saúde mental, levar esse assunto as salas de aulas, a grupos de conversas e até mesmo em redes sociais pode evitar o preconceito e a banalização do problema, falar sobre isso pode evitar suicídios e ajudar as pessoas a se sentirem mais seguras á procurar ajuda ,que se tratado corretamente pode melhorar a vida e o convívio em sociedade.