A necessidade de debater as doenças mentais

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    Na sociedade atual,por conta do ambiente competitivo,o homem vem sofrendo alterações neuro-fisiológicas como a má resposta ao estresse,que leva a problemas mais graves no que tange ao balanceamento químico,tendo áreas como o sistema límbico(importante no processamento de emoções)afetadas,tendo em vista que seu baixo funcionamento pode acarretar crises de depressão e fobias sociais,deixando o indivíduo inábil.
         Os transtornos psiquiátricos podem crescer de forma exponencial,que vai de quadros leves de ansiedade,até esquizofrenia(distorções da realidade e paranoia),podendo ser diminuída a evolução da doença com tratamentos em centros de atenção psicossocial(CAPS).
         Quando se trata de depressão,o assunto é mais profundo,transtorno esse que atualmente afeta 10% da população.Uma das adversidades encontradas por depressivos,ocorre ainda nas primeiras fases da doença,quando,muitas vezes,ainda é uma tristeza profunda, e as pessoas próximas encontram dificuldades em entender a questão,e saber que seu amigo/parente está precisando de ajuda,dificultando o tratamento por falta de apoio emocional.
           Problemas como:pânico,bipolaridade,esquizofrenia etc,são causados por além de fatores externos -tristezas e ansiedade diária-,também por desregulação do mecanismo de ação de alguns neurotransmissores, sendo os mais importantes dopamina e serotonina,pois são cruciais para os sentimento de bem estar em geral.
           Diante do exposto,medidas podem ser tomadas:a Família tem o dever de acompanhar suas crianças nas primeiras fases do desenvolvimento emocional-0 a 6 anos-para que cresça com saúde mental e equilíbrio.O Governo,pode fazer a implantação de novas metodologias de tratamento,exemplo a modulação de neurotransmissores através de suplementação dietética.Ongs podem estimular a reintrodução social de pacientes através de atividades em grupo como canto e dança.