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    Tristeza, pessimismo, baixa autoestima contundentes. Características como essas exemplificam, comumente, o cenário vivenciado por muitos jovens do século XXI. O que se tem feito é negligente em termos das doenças mentais com vistas a esse público vem requerendo atenção por parte da sociedade, levando- se em consideração aspectos humanísticos, econômicos e ate mesmo psicológicos. 
       Com efeito, devido à falta de informações muitas pessoas não reconhecem que sofrem de algum transtorno mental. O descuido em casos de menor gravidade no início pode ocasionar problemas graves no futuro. Certamente, a compreensão da população é a principal medida a ser utilizada para combater esses males. 
       Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), mostra-se aproximadamente 85% das pessoas são prejudicadas, por não ter acesso ao tratamento adequado. Seguindo essa linha de pensamento, mesmo com a Lei número 10.216, conhecida como Lei Paulo Delgado de fato não é notado a devida proteção e os direitos necessários. Tal precariedade apresenta-se como reflexo de uma política pública tanto quanto desumano. Sem dúvida a saúde mental é comprovadamente tão importante quanto a física.
       Fica claro, portanto, que grande parte da sociedade desconhece que transtorno mental é uma doença. Em razão disso, pode-se realizar por projetos do Ministério da Saúde com um novo plano de implementação  em parceira  com apoio gratuito de psicólogos, psiquiatras permitindo tirar dúvidas dos pacientes e o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico tanto para o tratamento adequado. Além disso, a mídia deve propagar campanhas de conscientização nos meios de comunicação a fim de desconstruir preconceitos e discutirmos ainda mais o assunto, passando uma mensagem positiva de que esse mal poderá ser vencido.