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    No início do século XVIII, o ultrarromantismo representado na segunda geração, foi caracterizada pelo pessimismo extremo conhecido como Mal do século.Qualificado por sentimentos de ódio, melancolia e defasagem da autoestima.Nesse âmbito, pode-se analisar que essa problemática dos transtornos mentais tem ampliado, tornando necessárias medidas que resolvam a questão. 
           Durante a Idade Média, indivíduos que apresentavam doenças mentais,eram deixados de lado pela sociedade.Dessa forma, cidadãos ainda julgam ser correto tratá-los de maneira diferenciada e até desrespeitosa.Nesse sentido, através dos avanços na medicina, começou-se a perceber que, os indícios das patologias se repetiam em várias pessoas, fazendo com que fossem estudados e colaboraram para descoberta de tratamentos.  
           Outrossim, é válido salientar que, apesar de formas de intervenção médica, múltiplos sintomas dos distúrbios são confundidos com fatores cotidianos como a sudorese, ansiedade e baixa autoestima.Assim sendo, por falta de orientações de como diferenciar as suspeitas, e receber os cuidados adequados, as enfermidades continuam sendo uma realidade, perpetuando a inércia diante de tais situações, cedendo espaço para o crescimento da questão. 
             A psicopatologia é um problema que persiste na sociedade.Desse modo, o MEC em parceria com o Ministério da Saúde deve investir em centros de apoio em todas redes de saúde, apresentando palestras com psicólogos para auxílio no tratamento.Para esse fim, é necessário que o Estado disponibilize mais verbas para o setor da saúde promovendo mais acessibilidade às medicações.Além disso, a mídia por meio de ficções engajadas, deve abordar os principais sintomas, para que os indivíduos que possuírem quaisquer sinais consigam procurar assistência.Assim,será possível medidas definitivas para o amparo de todos os casos na sociedade.