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    Durante séculos pessoas que sofriam algum tipo de transtorno mental eram afastadas do resto da sociedade, algumas vezes até eram encarceradas em lugares precários onde não tinham o direito a se manifestar na condução de suas vidas, na contemporaneidade esse afastamento é bem mais sutil com atitudes negativas. Que tem o mesmo efeito que é a exclusão destas. 
          Tem-se ainda um preconceito quando se fala de doenças mentais como depressão, demência, esquizofrenia, ansiedade, síndrome do panico .Pessoas com essas condições, muitas vezes atraem medo, hostilidade e desaprovação em vez de compaixão, apoio e compreensão, acabam sendo excluídas conscientemente ou inconscientemente pela sociedade,tais reações não somente influem para que estas se sintam isoladas e infelizes, como são impedimentos para que busquem ajuda efetiva e tratamento. E que algumas das vezes acabam em fins trágicos como o suicídio. 
         Como, por exemplo, a depressão que segundo a OMS (Organização Mundial Da Saúde), que atinge mais de 300 milhões de pessoas no mundo, e que 788 mil pessoas morreram por suicídio só em 2015, por muito tempo esse tipo de diagnostico era banalizado como "frescura" e não era tratado devidamente, apesar dessa doença ter se tornado mais conhecida ainda a população parece não dar conta que a depressão em muitos dos casos pode levar ao suicídio. Os sintomas muita das vezes são neglicenciado pelos familiares, amigos, colegas de trabalho ou até mesmo pela pessoa .
        Portanto, tem que se debatido para que cada vez mais a barreira do preconceito seja quebrada. Uma dessas maneiras é conscientizar as pessoas por meio da mídia que sobre as doenças, os sintomas ,e que é uma doença seria que pode levar a fins trágicos. E que as pessoas que sofrem essas doenças tem que se sentir acolhida pelos familiares, amigos, no trabalho.