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    O grito silencioso das doenças mentais
    
         Milhões de pessoas sofrem de transtornos mentais em todo o mundo. Poucas porém, têm acesso a um tratamento adequado ou contam com apoio no ambiente familiar.
        As doenças e transtornos mentais estão no ranking de doenças que mais atinge a população, segundo a ONU. Seja depressão, ansiedade, esquizofrenia ou distúrbio bipolar, o acesso a um diagnóstico rápido, preciso e consequentemente ao tratamento adequado e específico para cada caso ainda é deficiente nos serviços de saúde e muitas vezes negligenciado.
          A falta de informação a respeito de transtornos mentais por grande parte da população, principalmente de classes mais baixas, acarreta na banalização dos sintomas das pessoas que sofrem com esse tipo de enfermidade. A omissão dos governos em não regulamentar políticas assistenciais de saúde nesses casos, também contribuem para a privação da informação pela busca dos direitos e tratamento dessas pessoas. Essa desinformação gera uma nuvem de preconceito da população de uma forma geral em torno de pacientes com esses tipos de transtorno dificultando ainda mais que o paciente receba o que mais precisa: tratamento adequado e direitos garantidos.
            Fornecer informação correta a toda a população, tanto para identificar precocemente o problema, quanto para procurar a ajuda necessária para si mesmo ou para o próximo. Nem todo grito de socorro soa como um alto-falante. Muitas vezes, como no caso das doenças mentais, esse pedido é como um sussurro. É preciso ensinar a sociedade a ouvi-lo.