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    As doenças mentais nunca foram levadas a sério, sendo perceptível o afastamento das pessoas, por medo de enfrentar aquilo que pra eles é desconhecido. No passado, essas doenças eram consideradas coisas superficiais, por isso, vemos que mesmo após os avanços da medicina e a mesma provar que se trata de uma doença, muitas pessoas ainda levam em consideração a opinião popular. 
      No que se refere à problemática social da doença mental, temos a forte influência de fatores externos, que no caso, é ocasionado por pessoas influentes na vida dos que passam por esses problemas. Tendo como exemplo a depressão, é relatado sempre a falta de apoio, além de considerarem uma coisa comum, uma tristeza passageira, levam como uma consequência do cotidiano.
      Com isso, é possível entender a causa de que segundo o órgão da Organização das Nações Unidas (ONU), entre 75% e 85% das pessoas que sofrem desses males não têm acesso a tratamento adequado, pois a tanto a falta de informação quanto o preconceito ainda é existente e assustadoramente grande.
      Por isso, é extremamente necessário a desconstrução de banalidade nesse problema, podendo ser feito por meio palestras em escolas e faculdades, anúncios publicitários e campanhas governamentais, dando importância à presença da psicologia na vida em geral, desfazendo o padrão de que só pessoas de auto poder aquisitivo possa ter contato com esse meio, só assim, pode ser quebrado esse paradigma social.