A necessidade de debater as doenças mentais

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    Debater é ajudar
       Cerca de 400 milhões de pessoas no mundo sofrem de algum distúrbio psíquico. No entanto, o problema não está nesse fato, está nos casos em que pessoas não reconhecem a doença como um transtorno mental, ou se reconhecem, não pedem ajuda por não serem compreendidos socialmente.
        Como o termo "doenças mentais" não é explorado ou debatido, é difícil para algumas pessoas reconhecerem certa doença como um problema mental. Exemplo disso é a depressão, acomete milhares de pessoas ao redor do mundo e ainda assim é vista como uma tristeza repentina, algo passageiro. É importante ressaltar que as pessoas com doenças mentais não conseguem melhorar simplesmente por desejar fazê-lo.
       O fato de não ser conhecido o quê e quais são os distúrbios psíquicos, doenças como: ansiedade, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), déficit de atenção, estresse pós traumático, são consideradas normais, capazes de serem resolvidas pelo próprio portador da doença. Entretanto, ainda que sejam de grau de leve, é preciso um acompanhamento profissional e tratamento adequado para o não avanço do transtorno.
       Para dispôr ajuda, portanto, as escolas e universidades devem realizar ações educativas a fim de criarem debates sobre o tema. Ademais, os governos estaduais, a fim de cumprirem a lei que garante a proteção e os direitos dos portadores  de distúrbios mentais (lei 10.216), devem suprir o sistema único de saúde (SUS) com remédios e dispôr auxílio aos centros de atenção psicossocial (COPs).