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    Aberrações, sinais malignos dos deuses ou demônios, principalmente na antiguidade com a exaltação do belo, assim que eram vistas as pessoas portadoras de deficiências físicas ou mentais, sendo rejeitadas, exiladas do convívio social e até executadas. Ainda hoje, doenças que acometem a mente causam estranhamento, medo e apreensão, causando um maior agravamento do caso no indivíduo, que recuado não se sente a vontade para falar da sua “diferença”.
           Os acometidos por essas incapacidades sentem medo ao falar do assunto, pois o meio em que convivem impõem a ele que tudo é coisa de sua mente e que logo vai melhorar. Por não serem doenças expostas como um ferimento, muitas pessoas, inclusive os familiares por não terem o conhecimento suficiente acabam agravando ainda mais a situação, sem dar apoio ou a devida importância, além da falta de tratamento fazer com que haja perda na qualidade de vida da pessoa.
         Tais transtornos como a depressão, a ansiedade, a dependência química e o transtorno bipolar, são os casos mais prevalentes, podendo dar início por fatores específicos durante a infância, adolescência, vida adulta ou terceira idade. Em um panorama como esse é fundamental agir o quanto antes na busca de médicos especializados e apoio familiar para assim reduzir agravamentos.
              Torna-se evidente, com os grandes números de casos de transtornos mentais a necessidade de debater e conscientizar toda a população de que pessoas portadoras de quaisquer transtornos necessitam de tratamento. A mídia como uma grande propagadora de informações, através de propagandas elaboradas com a ajuda de ONGs no intuito de conscientizar, e informar toda sociedade a importância do diagnóstico precoce e do apoio familiar antes e durante o tratamento. É preciso também, que o governo mostre eficácia na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, assegurando e promovendo condições de igualdade e inclusão ao acometido.