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    Indubitavelmente falar sobre transtornos ou doenças mentais ainda é um tabu. Entretanto, é de suma importância à discussão dessas doenças, uma vez os doentes fazem parte da sociedade. Também importante acrescentar a essa discussão os fatores que podem desencadeá-las e a inclusão social dos diagnosticados. 
     Conforme dados do g1.com.br, os transtornos mentais mais prevalentes nos adultos, de modo geral, são depressão, distúrbios de ansiedade generalizada, distúrbio do pânico, transtorno bipolar e esquizofrenia. Os fatores genéticos associados com alterações neuroquímicas e estresses ambientais, são os principais responsáveis pelo desenvolvimento dessas doenças. No filme Cisne negro, a protagonista, Nina, sofre danos psicológicos, devido à pressão social e profissional para atingir a perfeição, demonstrando delírios e alucinações, sinais, geralmente, de esquizofrenia. Desse modo, nota-se a importância de acompanhamento psicológico de pessoas em constante estresse. 
     Além disso, é imprescindível debater a inclusão social desses indivíduos em todos os ambientes, principalmente no mercado de trabalho, visto que essas doenças podem gerar impactos econômicos negativos tanto para o individuo quanto para o Estado. Pois, os diagnosticados, muitas vezes, ficam impossibilitados de gerar renda, por causa do preconceito de muitos acreditarem que esses são incapacitados de realizar atividades laborais, porque, mesmo que seja diferente, é comum às pessoas confundirem os transtornos mentais com a deficiência intelectual.
     Em síntese, concluí-se que é preciso incluir ao debate de doenças mentais o desenvolvimento e a inclusão social dos diagnosticados em todos os âmbitos da sociedade sem preconceitos. Para isso, os centros de Atenção Psicossocial (CAPS) através de palestras em escolas, universidades e empresas podem debater com a sociedade essas questões. Com a educação e a informação, as pessoas podem entender e aceitar aqueles que possuem transtorno mentais como tecidos da sociedade.