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    A trato das doenças da modernidade.
    
        A civilização moderna, além dos benefícios tecnológicos, estruturais, medicinais implementou também males típicos da vida acelerada e conturbada dos grandes centros urbanos. A pressão por resultados, metas, objetivos próprios de uma sociedade capitalista proporciona a elevação dos níveis de stress e consequentemente à maior incidência de doenças mentais. 
            A depressão, o transtorno bipolar, a síndrome do pânico, o distúrbio de ansiedade generalizado dentre outros males da modernidade vão afligindo um numero cada vez maior de pessoas que muitas vezes não recebem o tratamento adequado e tem o seu quadro cada vez mais agravado. Há ainda muito preconceito por parte da sociedade às doenças ditas da mente. Sendo muitas vezes seus portadores estereotipados como pessoas frágeis ou que apenas querem atenção. E indispensável que por meio de políticas públicas de conscientização da população que o doente mental não seja visto a margem da sociedade e que este possa ter o atendimento adequado nos centros de saúde, bem como o respeito e acolhimento da família e das demais pessoas de seu convívio. Leis devem ser implementadas tratando da proteção das pessoas que encontram-se nessa situação de vulnerabilidade.          E de extrema importância que o poder público atue  nesse campo, a saúde mental tem que ser vista como essencial a boa qualidade de vida e que os distúrbios ao equilíbrio da mente sejam tratados de forma adequada.  O debate deve ser sempre incentivado para que o preconceito e a marginalização dos portadores dessas enfermidades seja reduzido. Programas relativos a própria formação dos profissionais que atuam no tratamento das doenças mentais tem que ser revistos para uma maior efetividade e consequentemente a um maior grau de recuperação dessas pessoas.