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    Diante das novas configurações sociais vigente no Brasil,tem-se observado um aumento sucessivo nas doenças mentais,sendo associadas a drogas e álcool ou até mesmo por questões cerebrais ou por questões de vida instável do indivíduo.Além disso, potencializa-se pela persistência do preconceito e exclusão que acomete os mesmos.
        A busca excessiva pelo emprego dos sonhos,busca por bens materiais tecnológicos,estabilidade financeira em um mundo cada vez mais robótico,são fatores que contribuem para o desenvolvimento de transtornos mentais como a depressão e ansiedade,uma vez que essa busca incessante por melhores condições de vida se torna algo vicioso,um motivo para pressionar-se e questionar-se cada vez mais,abalando-se psicologicamente e fisicamente.Um exemplo desta pratica,esta no alto índice de homens e mulheres por diversos motivos viciam-se em álcool e drogas ilícitas para "fuga da realidade".
        Além disso,existem os preconceitos por parte da sociedade,que pensam que  quem tem um problema psicológico é perigoso,é intocável,e existe ainda o paradigma de que algumas doenças são frescura ou "doença de rico",que é o caso da ansiedade e depressão. O que muitas dessas pessoas não sabem é que a exclusão feita para essa minoria,potencializa os efeitos da doença.Uma pessoa depressiva ,por exemplo,muitas vezes deixa de ter um diagnostico ou um tratamento,por não procurar ajuda,muitas vezes por ter medo da exclusão e preconceito,e por sentir-se anormal.Dessa forma,as mesmas além de conviver com a doença,são perseguidas pelo preconceito e são obrigadas a conviver com o sentimento de impotência,o que agrava os efeitos da doença,trazendo consequências mais graves ou até mesmo a morte. 
        Portanto,viver com a doença ,o preconceito e a exclusão é um "suicídio" à vida. Nesse contexto,é necessário que as autoridades elaborem programas de auxilio a essas pessoas e acessibilidade em órgãos e universidades,facilitando a inclusão e naturalizaçao da doença.