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    Os impactos do diálogo
       O aprofundamento do conhecimento psiquiátrico tornou possível a identificação e classificação de distúrbios psicológicos, no entanto, esses avanços não estabeleceram pontes informacionais ou vínculos de disseminação explanatória, promovendo a insuficiência no discernimento acerca do assunto, motivando assim atos preconceituosos de exclusão, vindo a gerar prejuízos à sociedade.
        A cientista Marie Curie afirmava que "Na vida não existe nada a se temer, apenas a ser compreendido" e essa compreensão permite que se aceitem as diferenças em seus mais diversos níveis, não se restringindo apenas às disfunções neurais, mas também aos pacientes que deles vem a padecer.
        O escasso discernimento dificulta a averiguação das doenças para seu adequado tratamento, sucedendo a efeitos e complicações agressivas, onde casos de tristeza, compulsão, medo e ansiedade não têm devido atendimento, levando à elevadas taxas de suicídios e homicídios gerados em picos de crises.
        Discussões dever levar à instauração de novos parâmetros para o termo, normalidade, onde o Ministério da Saúde e as sedes do Caps podem estender programas de conscientização e saúde pública como o Setembro Amarelo, associando diretrizes assistenciais em saúde mental ao esclarecimento acerca de graus e efeitos, disponibilizando também aos profissionais, cursos que elucidem o pré diagnóstico desses casos e encaminhem à instituições responsáveis, eliminando sentidos pejorativos e reduzindo os impactos de gravidade social, combatendo os altos índices de mortes com gestos simples, como a primária aceitação da condição inicial  de doença para o gradativo avanço ào tratamento, controle ou cura.