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    Na conjuntura contemporânea, falar em transtorno e doença mental é debater um tabu. Ainda hoje, as doenças que acometem a mente causam estranhamento, medo e apreensão, sendo necessário contender sobre. É notório que há um preconceito sobre o assunto, fruto de um legado histórico cultural e a falta de informação.
     É primordial ressaltar que o tema em questão houve interferência histórica global, onde este legado é consequência de civilizações antigas, na qual alguns desses comportamentos, não só eram vistos como sinais de deuses, mas também como sendo negativos e influenciados por demônios, deixado os doentes de lado na comunidade. Logo provocando para sociedade um receio vivenciado até hoje a respeito dessas pessoas, devido a falta de informação, mesmo com os avanços tecnológicos e os conhecimentos da medicina nos últimos anos. A tal realidade desta psicofobia demonstra resultados de grandes proporções nos pacientes. 
     Em decorrência disso, o estigma da descriminação dos transtornos mentais é a mais importante barreira a ser superada na comunidade, por impedir o tratamento e a reabilitação adequada dos pacientes. Visto que não são tratados como iguais uma grande consequência é o isolamento social, agravando mais o distúrbio. E quando não são discutidos pelas pessoas os sintomas e as consequências, mais difícil tornará identificar um portador. 
     Fica claro, desta forma, que as raízes históricas e pela falta de informação dificultam combater o tabu sobre debater as doenças mentais. Diante disso, é imprescindível que, a mídia com ajuda da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) criem campanhas e comerciais para alertar sobre os sintomas dos distúrbios, com objetivo de informar a população. Faz-se necessário também que o Poder Judiciário, aprove a proposta de criminalizar a psicofobia, afim de servir estritamente para punir aqueles agem de maneira preconceituosa e reforçando o quesito igualdade. Como dizia Platão "Onde não há igualdade a amizade não perdura".