A necessidade de debater as doenças mentais

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    Sociedade Inclusiva
       O filósofo inglês Bertrand Russel afirmou que a mudança é indubitável, mas o progresso é uma questão controversa. Tal frase pode ser relacionada a atual obrigação de discussões a respeito das doenças mentais que, na ocorrência de descaso, resulta em divisões na sociedade e estimula carências socioeconômicas.
       As precárias discussões sobre as doenças mentais, que atingem 400 mihlões de pessoas no mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde, gera divisão social. Analisando o que causa isso, pode-se perceber a falta de investimentos e incentivos como escolas especiais para inclusão, tratamentos adequados para controle mental, entre outros. Consequentemente, o afastamento dos deficientes contribui para o aumento da exclussão social vigente nos grandes países de hoje.
       Outro fator são as perdas socioeconômicas. A ignorância sob o assunto, como investimentos em logística e pesquisas, pode afetar indivíduos preciosos. Veja-se como exemplo o físico Stephen Hawking: mesmo sendo portador de uma doença degenerativa, é vencedor do prêmio Nobel e um dos últimos contribuintes para a ciência conteporânea. Além disso, os prejuízos induzem a dificuldade financeira.
       É imprescindível, portanto, a atuação de organizações e hospitais voluntários na divulgação de panfletos e outdoors, sobre formas de como lidar com problemas mentais e soluções, e o incentivo a produção de materiais culturais como músicas, telenovelas, propícios ao entendimento dos afetados por tais doenças, por artistas que possuem experiência com essas deficiências. Somando-se a isto, a participação de terapeutas voluntários na criação de fóruns na internet para debates e dúvidas. Somente assim, a perspectiva de Russel resultará numa sociedade inclusiva.