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    Como não se preocupar com um país onde o aumento do quadro de portadores de distúrbios mentais é cada vez mais progressivo? A frequência com a qual se vê pessoas com esse tipo de doença aumenta gradativamente e o cidadão, muitas vezes, desconhece o impacto disso. O cérebro não é menos importante que o coração ou os rins, a negligência é um fator de impedimento, devendo ser deixada de lado em prol da busca por progresso.
            Sendo crescente o avanço do campo medicinal é fácil pensar no problema como algo prestes a ser resolvido, todavia, tal solução não deve ser posta apenas sob a responsabilidade de médicos e pesquisadores, tampouco pode jogar-se ao tempo. Muitos são os casos de pacientes que têm sua deficiência agravada, devido a ausência de implementos que lhes garantam a celeridade no tratamento. Trata-se de algo que não cabe somente a uma parcela da sociedade. Crianças e adolescentes portadores de esquizofrenia sem a possibilidade de frequentar a escola, devido ao agravamento de sua condição têm tomadas de suas mãos as chances de um ideal de vida melhor.
              Por mais que um aspecto como esse possa existir, não é pequeno o número de pessoas fechando seus olhos, ignorando seu elevado grau de importância. Tratamentos inacessíveis, remédios de custos astronômicos e a pouca difusão de doenças que destroem a razão do ser. Todos esses fatores agem como alavanca para o ciclo de fatalidades se manter, tendo em vista que quase 90% dos portadores desse mal não sabem como tratá-lo, muitos até mesmo desconhecem que tem a doença.
             Normas legislativas que visem garantir as condições necessárias para o tratamento de doenças mentais. Implantação de equipamentos adequados nos hospitais e instituições de tratamento por meio dos respectivos municípios. Assim como movimentos para a difusão da importância de se debater sobre tais doenças, organizados pelas diversas instituições de ensino da região, são, portanto, medidas aptas a limitar o avanço desse mal.