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    A medicina, bem com a psiquiatria e a psicologia, parou no tempo em relação ao avanço de tratamentos e atendimentos de doenças mentais, visto que os casos aumentam significantemente, e atingem 400 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo 5,7% desse total, o número de casos recorrentes no Brasil.
      Fato é que, as descobertas científicas em geral requerem tempo, ainda mais em uma área recente e pouco explorada como a psiquiatria. Aos pacientes e médicos resta apenas os meios de prevenção, limitados, e no caso do Brasil escassos e pouco acessíveis. Porém, as enfermidades mentais parece ser um problema global, atingindo 400 milhões de pessoas em todo o mundo. Essa situação demostra o quanto a sociedade e a comunidade científica parece estar alheia a esses males.
       Não obstante, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), mais da metade dos pacientes não tem acesso a tratamento adequado. Se para alguns países o dinheiro é o fator definidor de um bom atendimento, paro ou outros a burocratização pública e o imposto exagerado é o empecilho definidor. O cenário é ainda pior, visto que, as doenças mentais são poco abordadas na mídia e no convívio social, pois para a maioria esses males não pação de doenças passageiras, lamentações exageradas, beirando a um mito social.  
      Nessa perspectiva é necessário, portanto, ações que atinjam os diversos âmbitos sociais e que com isso impulsionem o avanço da medicina psiquiátrica. A mídia social através de seu poder de informação, o governo frente a desburocratização pública e redução de impostos, fomentando a economia, gerando empregos e acesso a tratamentos de qualidade, e por conseguinte e o mais importante a educação, pois já dizia Immanuel Kant "o homem não é nada além daquilo que a educação faz dele".