A necessidade de debater as doenças mentais

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    A depressão, a bipolaridade e outras doenças mentais possuem índices altos na população mundial, causam outros transtornos psicológicos, como também aumentam a chance de desenvolver outras doenças, como o câncer. Desse modo, essas ocorrências são graves e devem ser discutidas adequadamente, com embasamento profissional, evitando o senso comum.
      Os sintomas psicológicos geralmente não recebem a atenção necessária, e quando a conseguem, muitas vezes não são tratados de maneira adequada. De acordo com ONU, em média 80% das pessoas com algum transtorno não recebe um recurso terapêutico correto. Há uma falha no entendimento social sobre o que são e no que podem resultar esses distúrbios, o que permite que os casos progridam e afetem drasticamente a qualidade de vida. Um dos tópicos mais comuns é a depressão, que por uma parcela da sociedade não é considerada uma doença por causa de seu viés sentimental, no entanto ela pode ser muito perigosa tanto nesse aspecto quanto no fisiológico.
      Esses transtornos receberam uma visibilidade maior nos últimos anos, mas isso não trouxe uma adequação sobre o que eles realmente representam para os indivíduos. A associação dos problemas psíquicos com situações cotidianas, como se elas fossem a causa, gera a banalização do assunto.  A ansiedade é um dos distúrbios que sofreu uma simplificação, é tratada como um nervosismo, fazendo com que sintomas reais não sejam facilmente observados, tanto pelos indivíduos os redor, quanto para quem está doente.   
      Deve haver, portanto, campanhaspromovidas pelo Ministério da Saúde, que estejam na mídias, escolas e empresas mostrando os sintomas das doenças mentais e os riscos que elas podem trazer caso não haja um tratamento adequado. Assim como centros de saúde que sejam capazes de diagnosticar e encaminhar para profission ais.