A necessidade de debater as doenças mentais

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    No mundo inteiro milhões de pessoas sofrem com transtornos mentais, como a esquizofrenia e o transtorno bipolar que estão entre os distúrbios mais graves e incapacitantes.De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), muitos indivíduos não buscam tratamento por causa do estigma relacionado à doença mental. Que embora afete uma considerável parcela da sociedade,continua negligenciada e discriminada. 
     Os distúrbios mentais não têm nada a ver com fraqueza ou falha da personalidade,podendo afetar a qualquer pessoa.Tais enfermidades podem tirar a capacidade laboral dos afetados e assim,diminuir sua qualidade de vida.A maioria das doenças mentais são tratáveis,porém grande parte dos enfermos não recebem o tratamento adequado ou não tem acesso ao mesmo. 
      No Brasil, estudiosos apontam como algumas das explicações para altas taxas de prevalência dessas doenças a violência urbana exagerada e as condições socioeconômicas adversas.E mais ainda,outro ponto a se considerar são as ações adotadas no país durante décadas anteriores,que estão relacionadas aos manicômios,onde pacientes eram tratados de modo subumano.De maneira que,tais medidas ocasionaram um estigma na sociedade quanto aos transtornos mentais, remanescente até hoje em dia.
      Existe a necessidade de políticas públicas voltadas à atenção de melhorias da saúde mental da população.Mas,principalmente,aos afetados pelas doenças mentais.Como,o acesso a medicação adequada viabilizado pelo recebimento do Sistema Único de Saúde (SUS),o aumento de unidades de saúde voltadas para o atendimento e tratamento especializados desses transtornos.As esferas governantes do país devem se unir com o intuito de reduzir as desigualdades sócio-econômicas, implementar políticas de educação,de segurança pública para promoção do bem-estar humano.Logo,são pertinentes novas perspectivas de tratamento voltadas para valorização do ser humano,e a busca de diminuir o preconceito da sociedade em geral respeito do assunto.