A necessidade de debater as doenças mentais

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    Um problema muitas vezes invisível
      O aumento de doenças e transtornos  mentais em todo o mundo é algo alarmante, mas, que muitas vezes passam despercebidos até mesmo pra quem os sofre.É necessário falar, ouvir e entender o assunto.
      De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria cerca de 12% da população sofre algum tipo de doença mental -como depressão, bipolaridade, ansiedade, entre outros- segundo dados de 2010. Esse número aumenta quando se trata de cidades maiores, mulheres e desempregados. Uma pessoa que trabalhe ou mesmo resida em uma metrópole, tem, desde o seu deslocamento, carga elevada de trabalho, ao alto índice de poluição sonora, uma maior possibilidade de se sentir estressados, pressionados  e até mesmo frustado. Sentimentos esses que se não forem bem administrados e tratados tendem a levar a algum tipo transtorno.
      A maioria das pessoas que passam por algum dos problemas já citados, tem dificuldades para perceber e aceitar que precisam de  ajuda. Com a demora a doença progride e o tratamento se torna mais longo e muitas vezes é abandonado pela metade quando o paciente julga já estar curado. A maioria dessas doenças tem cura, mas o paciente deve se policiar e não permitir que os problemas que o levaram aquelas condições os domine novamente. É algo difícil, mas que deve ser trabalhado desde sempre. Todos estamos sujeitos aos intemperes que a vida nos traz e cabe a nos entendermos se estes limitam a felicidade e o prazer da vida.
      Portanto, é necessário investimentos em educação, informação por meio de propagandas e amparo psicológico por parte do Ministério da Saúde para que a população esteja esclarecida e amparada caso necessite de atendimento. A OMS também deve sempre estar atenta e garantir que todos tenham acesso ao atendimento de qualidade. Não existe um país bem desenvolvido e saudável se sua população que é a engrenagem principal está doente.