A necessidade de debater as doenças mentais

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    Com o advento da revolução industrial, no século XVIII, houve grandes transformações no modo de vida da sociedade, ocasionando sérias consequências para saúde mental das pessoas. Tais consequências devem ser pautas de discussão na sociedade atual, na medida em que grande parte da população mundial é acometida por tais doenças e o desconhecimento das pessoas, em relação a essas enfermidades, gera preconceito por parte delas.
         A grande ampliação  do número de pessoas com transtornos mentais rendeu-lhes o título de doença do século. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 400 milhões de pessoas sofre de problemas como depressão, síndrome do pânico, distúrbios de ansiedade, etc. Nesse sentido, torna-se necessário uma atenção maior da sociedade para essas pessoas, afinal, tornou-se um problema de saúde pública, e este deve ser tratado como tal.
         Nesse contexto, a educação torna-se fundamental nesse processo. Segundo Sócrates, o homem virtuoso é aquele que possui conhecimento e o mal é puro fruto da ignorância humana. Ou seja, o preconceito dos indivíduos pelos acometidos de transtornos mentais é consequências de sua falta de informação. Problemas mentais devem ser tratado como doença e não como estado de espírito como muitas pessoas a classificam,  e para isso é necessário possuir a maestria no conhecimento da afecção.
        Urge, portanto, a necessidade de reflexão e construção de conhe-cimento a respeito desta mazela que acomete as massas. Sendo assim, cabe a Organização Mundial de Saúde (OMS), juntamente com Conselho Regional de Medicina  (CRM), fazer campanhas com o apoio das mídias televisivas, jornalísticas e internet,  conscientizando a população sobre essas doenças e as suas medidas profiláticas. Além disso, cabe ao governo, através do Ministério da Educação, a execução de projetos nas escolas, informando os estudantes sobre tal mal, para que assim possamos formar uma sociedade informada e consequentemente virtuosa.