A necessidade de debater as doenças mentais

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    Riqueza e tecnologia: vazio na alma
         A quantidade de pessoas que apresentam algum tipo de doença, seja ela natural ou genética, cresce a cada ano no mundo. No Brasil, a busca por antidepressivos aumentou para 27,4% em 2016, sendo 60% mulheres ás principais consumidoras, segundo pesquisa publicada pelo jornal Folha de São Paulo.
       O homem do século XXI está inserido no contexto de globalização. Assim, tudo o que se faz, toda informação que se recebe e até mesmo o que se come, deve ser feito de maneira rápida e absorvido em maior quantidade. Contudo, outras formas de adquirir doenças psíquicas é passar por uma situação de perda de ente querido ou de um emprego, decepção amorosa ou familiar. 
       Dessa forma, sob o olhar da sociedade ilesa ou ignorante, as principais doenças como a depressão, ansiedade, síndrome do pânico ou bipolaridade são “romantizadas” por meio de redes sociais, rotuladas como normais e por muitos, como falta do que fazer. Como já se dizia o ditado popular: “Mente vazia, oficina do Diabo”. Além disso, grande parte das pessoas preferem conviver com a doença por conta do tabu em recorrer ao psiquiatra, ou mesmo encará-la e solucioná-la com ajuda espiritual. 
      Por conseguinte, medidas são necessárias para resolver o impasse, tais como: a realização de palestras em escolas e empresas promovidas pelo MEC (Ministério da Educação) e MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) juntamente com a OMS (Organização Mundial da Saúde) em debater a importância da prática de esportes, educação alimentar rotineira, alertar sobre as causas e efeitos das doenças e apresentar a solução mais eficaz: a busca de um profissional. Com isso, a inclusão de psicólogos nesses dois ramos seria eficiente, e a conscientização da mídia para com o restante da população.