A necessidade de debater as doenças mentais

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    “De médico e louco todo mundo tem um pouco”, o adágio popular traz uma concepção que embora cômica atualmente faz grande sentido. Não propriamente sobre loucura, mas no que tange às doenças mentais. O mal do século,a depressão, assim como outras doenças de cunho psíquico têm tornado-se cada vez mais comum,portanto urge falar sobre o assunto.
     O termo doença mental sempre fora dito em tom preconceituoso, não obstante, ainda é possível lidar com situações do tipo. Infelizmente grande parte da população associa transtornos psiquiátricos à loucura propriamente dita e a escassez de informações acaba por propagar a cultura do silêncio, em que pessoas afetadas por esse tipo de problema não encontra espaço e aceitação.
     Um outro agravante é que os recursos midiáticos, especialmente nos últimos anos, vendem um protótipo de vida perfeita que não existe. São propagandas, filmes e novelas que fomentam uma felicidade extrema e constante, um fator que por vezes potencializa transtornos como depressão, ansiedade, dentre outros, uma vez que a pessoa se sente frustrada por não alcançar tal ideologia sugestionada.
     O percentual dos casos de doençã mental tem aumantendo significativamente no que diz respeito a população não apenas brasileira e é preciso resolver o problema. Para isso é necessário que ocorra maior acessibilidade aos programas de tratamentos disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde  e maiores esclarecimentos acerca do que são distúrbios mentais, por meio de divulgação nas mídias, escolas, associação de moradores e afins. O envolvimento de ONGs e grupos de apoio em empresas e instituições de ensino  também é de extrema importância para que o doente possa alcançar resiliência.
      A ignorância gera preconceito então somente com informações precisas e esclarecimentos acessíveis poder-se-á mudar o quadro desta geração que hoje é rotulada de "geração Prozac."