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    A banalização, fortificada com as páginas humorísticas em redes sociais, acaba deixando termos suavizados. A batalha para desmembrar temas tabu, como a psicopatia, acaba acarretando em dificuldades de convivência com pessoas que se encontram nesse estado, gerando o problemas sociais e familiares. Este, nas relações interpessoais e aquele, no convívios entre indivíduos. Os obstáculos, em alguns alguns desses eupáticos, pode acarretar no autoextermínio, sendo necessário que haja intervenção sobre os mesmos.
    Os traços da psicose, corriqueiramente, são sutis. A falta de discussão sobre comportamentos não rotineiros pode alertar possíveis riscos dessa patologia. O suicídio, é uma das práticas mais comuns entre esses pacientes. Segundo, a OMS (Organização Mundial da Saúde) à cada 40 segundos essa prática é vivenciada no mundo.O espantoso crescimento dessas doenças entre jovens e adultos é mais comum à cada ano. 
    A falta de clareza mental, desse portador, é uma dificuldade quando se trata das questões sociais desse individuo frente a sociedade. O afastamento do convívio social é uma dificuldade para conseguir ajuda sobre o mesmo. Na rede médica do Brasil, há tratamentos com fármacos para as doenças mais corriqueiras, como depressão, distúrbios e bipolaridade, após avaliação. 
    A discussão para temas com crítica social é fundamental para que patológicos e os demais indivíduos saibam como se portar frente ao assunto que é tão presente na sociedade atual. A apresentação de ONGs para apoio e reabilitação desses patológicos pode ser fundamental para que ocorra uma diminuição no número de suicídios existente no mundo. A presença da família, com mais interação, conversas e união, também, é bem aceita na melhora e na diminuição dos sintomas dessas doenças que pode ser o mal do século.