A necessidade de debater as doenças mentais

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    Por muitos especialistas, doenças mentais como depressão e estresse são consideradas o mal do século XXI. Na maioria das vezes o enfermo não reconhece que está doente e também não procura atendimento médico, o que acaba agravando o seu estado. Mesmo com uma baixa procura, os centros de atendimentos públicos do Brasil não são suficientes para diagnosticar e tratar todos os brasileiros que sofrem de psicopatias. Logo, a discussão acerca dessa complicação torna-se indispensável. 
                   No mundo contemporâneo em pleno desenvolvimento, a busca da ascensão financeira, social e, até mesmo, a disputa pela vaga em uma universidade, exigem do indivíduo um maior esforço em seu trabalho e/ou estudos. Essa luta requer muito tempo, empenho, dedicação e abdicação. Essas batalhas acabam desencadeando o mal do século XXI                                   
                     “Concurseiros” e “vestibulandos” no anseio de conquistar a sonhada vaga no curso almejado, estudam por longas horas e, para aumentar, seu desempenho utilizam, de forma errada, substâncias de estímulos cognitivos como o medicamento ritalina, que pode causar vários efeitos colaterais, entre eles , a infelicidade e o pensamento suicida. 
               São doenças seríssimas que podem ser fatais e são ocasionadas por vários fatores. Há ocorrência de casos no qual a pessoa é insultada até o ponto de não querer viver mais. Não precisamos sair do território brasileiro para ter conhecimento sobre estes, temos o do menino Roliver, de Vitória, Espirito Santo. O aluno sofria bullying de seus colegas da escola, sofria calado, por medo não comentava sobre as agressões com outras pessoas. Após várias humilhações o garoto se enforcou. 
          O SUS (sistema único de saúde) disponibiliza atendimento à essas enfermidades, mas, infelizmente, nem todos os casos são resolvidos por falha no sistema e descaso do governo. 
                     Em virtude dos fatos mencionados percebesse que os familiares, amigos, e próximos devem dialogar e serem mais atentos às expressões dos possíveis adoentados. Como dizia Paulo Freire "Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo", Escolas e Colégios podem promoverem aulas voltadas à ensinamentos de como exercer seus deveres com o próximo. Policias Civis e Militares, têm de intensificar buscas e penas aplicadas sobre os criminosos, pois, formas de agressão sejam elas verbais ou físicas, são crimes! Governo Federal e Estatual devem garantir o investimento para a eficiência do atendimento aos pacientes, cabe às Secretárias de Saúde e Governos Municipais fazerem o repasse destes investimentos aos seus postos e hospitais. Há necessidade que os meios midiáticos divulguem os passos a serem tomados.