A necessidade de debater as doenças mentais

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    "O ser humano é um ser social", a premissa de Aristóteles permite a análise da importância da necessidade de o indivíduo possuir um nicho social e manter relações intrapessoais. Contudo, é notório na sociedade atual, o hábito de individualizar, corroborando o contrário da perspectiva aristotélica. No que tange às questões de socialização das pessoas com doenças mentais, é comum o desconhecimento da sociedade a respeito de como agir de forma colaborativa à essas pessoas, sendo assim, observa-se a necessidade introduzir debates sociais pautados integração da pessoa com doenças psicológicas.
     Em primeiro plano, destaca-se a precária discussão da doença mental no núcleo familiar e escolar, haja vista que essas são as primeiras instituições com a qual o indivíduo tem contato, sendo assim fundamentais na formação desse. Não obstante, a falta de conhecimento sobre à questão, desencadeia uma série de disfunções, como a insegurança, no processo cognitivo da criança e do adolescente, podendo até culminar no agravamento da patologia.
     Outrossim, as mídias sociais que possuem um forte apelo na sociedade, têm iniciado um importante papel em relação à representatividade, garantindo a pessoa com deficiência o reconhecimento, e por conseguinte motivando-as a desenvolver atividades importantes para sua socialização. Ademais, a criação e divulgação de diversas ONGs, que tratam assuntos relacionados à doenças mentais, têm assegurado os direitos dessas pessoas, além de orientá-las e apoiá-las em diversos âmbitos sociais.
     Portanto,a sociedade civil deve ressignificar o papel social de todas pessoas que possuam algum tipo de doença mental, por meio de atividades escolares como palestras e manifestações culturais que abordem essa temática, visando garantir a inclusão e compreensão das condições psicológicas, além disso os professores devem atuar concomitantemente às famílias , acompanhando o desempenho do aluno e lhe oferecendo todos os auxílios necessários. Paralelamente, ONGs devem reafirmar esse processo a partir da atuação em comunidades com o fito de distribuir cartilhas que informem acerca das alternativas para integração e reconhecimento da doença, além de sensibilizar a pátria para a luta contra a exclusão.