A necessidade de debater as doenças mentais

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    O problema pode estar na sua cabeça
                   
           Ansiedade, variação extremas de humor, tristeza e dores no corpo são sintomas considerados comuns e na sua maioria são ignorados por uma grande parcela da população. Mas por trás desses sintomas podem se esconder grandes problemas. No Brasil cerca de 23 milhões de pessoas sofrem com transtornos mentais, um número grande, que ainda é visto com preconceito e não recebe a devida atenção.
       Doenças como a depressão e bipolaridade sofrem uma grande banalização, sendo alvos de humor e discriminação. Esses transtornos  afetam não só o psicológico do paciente, aumentam o risco de doenças como câncer, derrame e podem levar até ao suicídio, e devem ser tratados com seriedade e respeito. 
           A falta de conhecimento sobre a gravidade dessas enfermidades por pacientes e médicos dificultam o diagnóstico e o tratamento. Pacientes procuram ajuda médica quando já apresentam sintomas severos, e os médicos muitas vezes não sabem dar o atendimento necessário ao enfermo.
           É preciso compreender que o transtorno mental não é apenas uma doença, mas também um problema social. Portanto é necessário entender que as doenças mentais são tão sérias como câncer e outras e devem ser tratadas com a devida seriedade e respeito. É preciso investimentos em campanhas de conscientização sobre a gravidade da doença , e na educação de funcionários da saúde para um melhor atendimento. Esses são os primeiros passos para fortalecer uma política pública de saúde mental e derrubar preconceitos.