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    Ansiedade e Depressão, dentre outras patologias inerentes a psique humana, muitas vezes são tratadas com discursos sofistas, eivados de verdades impostas, nestes termos, é importante a implementação do pensamento socrática para que a partir do diálogo se chegue a real definição do que são essas doenças fazendo com que a população deixe de traçar uma linha de raciocínio preconceituosa e banalizadora, passando a reconhecer as afecções mentais como problemas de saúde pública que devem ser tratados através de políticas de saúde mental e reinserção social dos seus portadores.  
       No momento em que o debate proporciona o entendimento da importância do tema aos cidadãos é possível cobrar do governo políticas tratamento humanizado em hospitais gerais e o aumento de verbas públicas destinadas ao tratamento dos pacientes portadores de psicopatologias, de forma que as pessoas acometidas desse mal sejam devidamente amparadas pelo sistema único de saúde, encontrando um tratamento adequado ao controle do doença. 
          Ademais, o conhecimento gera a desmistificação das enfermidades o que proporciona aos portadores psicopatologias mais graves, como a esquizofrenia, que acomete cerca de 1% do total de adultos com doenças mentais, a reinserção na sociedade após o efetivo controle da doença, pois, com o esclarecimento o preconceito deixa de existir e o paciente não é mais definido pela doença, sendo compreendido como um ser humano e não como um louco indigno do convívio social.  
          A inserção dos debates sobre as doenças mentais é, portanto, mais que necessária para que tais enfermidades deixem de fazer parte do ranking das doenças que mais atingem a população mundial e devem ser inseridos no contexto social a partir de campanhas de conscientização que proporcionem a discussão no contexto familiar.