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    Depressão, ansiedade, entre outras doenças mentais, têm se tornado cada vez mais comuns nos últimos anos. Além do fator genético, a vida agitada das cidades contribui para que o índice de ocorrência dessas doenças aumentasse bastante nas últimas décadas. Não obstante, a negligência, a banalização e a romantização desses distúrbios representam um obstáculo para que o seu combate seja mais eficiente.
         De acordo com a OMS, o suicídio mata mais jovens do que a AIDs em todo o mundo, dado preocupante que mostra a omissão dos Governos  e das famílias em versar esse assunto. A falta de acesso ao tratamento dessas patologias é outro grave problema, pois, segundo a ONU, apenas cerca de 25% das pessoas dispõe desses recursos.
       Conforme vem apontando certos estudos, a vida nas grandes cidades tem aumentado o risco de desenvolver doenças psicológicas, por conta de aspectos como poluição, barulho e pressão social, que influenciam negativamente o emocional das pessoas. Somado a isso, a propagação, por meio de piadas e brincadeiras, de esteriótipos desses distúrbios, acabam por banalizá-los, além de divulgar falsas informações, capazes de suscitar preconceitos.
        Por fim, com o aumento de indivíduos afetados por essas doenças e a permanência, em geral, de uma falta de conscientização acerca do assunto, torna-se cada vez mais necessário debater sobre esse tópico. Dessa forma, o Governo e instituições de saúde devem realizar campanhas para informar sobre essa questão, assim como implantar políticas que tornem acessível o tratamento para todos, como a disponibilização de remédios de graça, e construção de hospitais públicos de saúde mental.