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    Doenças mentais são estudadas desde a criação da psicanálise por Freud. Por ter side formulada apenas no início do século XX, o conhecimento sobre o assunto ainda é limitado. Esquizofrenia, depressão, bipolaridade e ansiedade são exemplos de doenças difíceis de prever devido suas diversas causas. Esses fatores demonstram a necessidade de discussão sobre o tema em sociedade.
           Adultos e gerações anteriores não tiveram tanto acesso às informações relativas aos efeitos reais dessas doenças no corpo, e por isso foram criadas certas expectativas sobre o comportamento dos indivíduos. A consequência desses atos contribuiu para o estigma que cerca as doenças mentais. A palavra "retardado", utilizada para designar pessoas afetadas por essas doenças e, também, para insultar uma pessoa comum mostram a dimensão do problema. Debates servem para a desconstrução desse ideal erronio da população, criando um meio mais agradável aos portadores da condição.
                Além disso, não reconhecer que alguém está com aspectos simlares aos apresentados pelos pacientes é evitar seu devido tratamento. Essas atos geralmente conferem um estado insuportável ao afetado pela doença, podendo ocasionar em necessidade de se machucar ou até mesmo suicídio. A troca de ideias auxilia na conscientização da importância do apoio emocional de amigos e família e a consulta com o médico apropriado ao caso. Meios de comunicação e entretenimento já abordam o problema, como a série de televisão "Os 13 Porquês", porém o alvo de audiência ainda é muito concentrado em jovens de classe média e alta.
                   Apesar das recentes tentativas de integração do doente mental na comunidade, muito ainda deve ser feito. A propaganda e o discurso devem ser incentivados no meio público e de trabalho para saber como identificar uma pessoa com os sintomas e oferecer ajuda. Os hospitais também deveriam implantar uma área de tratamento específico para ampliar o  alcance e mostrar a importância que o assunto deveria receber.