A necessidade de debater as doenças mentais

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    Mal do século XXI
        No século XVIII, segunda fase do romantismo, foi um período de tristeza e de depressão em que a tuberculose era proliferada. Já no século XXI, há outro mal do século, as patologias mentais, que afetam grande parte população. Apesar do tempo passado,a situação psicológica repete-se e torna-se preocupante quanto a saúde dos indivíduos, esses que necessitam de apoio.
        A princípio, observa-se que, quanto frequentes doenças mentais, há um descaso em questão do amparo a quem sofre, devido aos sintomas que, muitas vezes,ou são despercebidos ou, até mesmo, quando apresentados são tratados como bobagem, desconsiderando as consequências que acontece, como dificuldade em executar ações do cotidiano, constante insegurança e o ápice do impasse, suicídio.Esse que segundo o sociólogo Durkheim é a anomia da solidariedade orgânica em que há um individualismo, um distanciamento que oculta os empecilhos que o outro suporta. Dessa forma, é preciso conciliar as inovações do dia-a-dia com o meio social para que haja um esforço mútuo a fim de obter resultados satisfatórios em diversos setores com menos índices de enfermidades mentais.
        Segundo o filósofo Zygmunt Bauman, a sociedade encontra-se em um Mundo Líquido, guiado por incertezas e conflitos pessoais e sociais, com isso as pessoas sentem-se como um advérbio, esse que não apresenta importância significativa no meio em que se encontra. Nessa perspectiva, esses indivíduos não suportam grandes cobranças e pressões, visto que estão fragilizados psicologicamente podendo atingir até a estrutura física. Assim, embora haja iniciativas, por meio de ONGs, para auxiliar tais pessoas, não são suficientes como suporte, em virtude da ampla propagação que atinge todas as idades. Desse modo, é necessário zelar por essas gerações, por meio de garantia de apoio aos conflitos passados para que a sociedade caminhe e maneira harmônica através de centros de ajuda como o CVV- Centro de Valorização da Vida, esse que atende os jovens para combater o suicídio.
        Portanto, assim como o mal do século XVIII foi acabado, deve-se ocorrer no mal do século XXI. Desse maneira, plataformas na internet devem ser lançadas pelo Ministério da Saúde a fim de auxiliar, também, na saúde mental por meio de atendimentos online. Ademais, convêm que as escolas promovam palestras com psicólogos a fim de apresentar os sintomas e fazer com que os jovens conheçam essa realidade, muitas vezes, omitida. Outrossim, cabe à família exercer maior presença e compreensão quanto aos seus membros para que haja mais tolerância e mais auxílio em caso de doenças mentais