A necessidade de debater as doenças mentais

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    O homem é o lobo do homem, tal pensamento de Thomas Hobbes, evidencia que desde os primórdios o homem é capaz de atrocidades contra sua própria espécie, que variam desde o preconceito até a discriminação.Na contemporaneidade estão em voga discussões acerca de como realizar um efetivo e necessário conhecimento das doenças metais na sociedade. Estes debates são primordiais, pois fomentam melhorias nas alternativas de inserção destes, que por muitas vezes são ineficazes. Quando Aristóteles ressalta que, deve-se tratar os iguais de maneira igual e os desiguais de maneira desigual, corrobora a ideia de que a superação da igualdade meramente formal é essencial para a real inclusão de todos em sociedade.Entretanto, o cenário atual demonstra que, ainda existem inúmeros casos de prejulgamentos e tratamentos variáveis prejudiciais àqueles que apresentam certas doenças mentais. Tal situação é lastimável, pois, não obstante, esta psicose é estigmatizada e ultrajada pela sociedade. Além disso, é de total importância ressaltar que, o crescente número de pessoas diagnosticadas com doenças mentais, evidencia a triste realidade humanística, social e econômica da atualidade. O estresse é onipresente no cotidiano das pessoas, sejam em ambientes competitivos de trabalho ou em até simples interações ao dia. Sendo assim, tal cenário é propício para o desenvolvimento crônico de psicopatia, através da automedicação e da falta de recursos para a melhora da saúde mental.
    Fica claro, portanto que, em prol de uma coexistência social harmônica e de uma melhoria da saúde, em geral, da população, devem ser feitas mudanças significativas na sociedade. O governo deve investir o capital de forma concomitante entre programas e propagandas que visam a inclusão e respeito as pessoas que detêm doenças mentais,tratando-as de acordo com suas desigualdades. E, aliado às escolas, promover a criação de disciplinas afins para a discussão das doenças mentais.