A necessidade de debater as doenças mentais

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    De acordo com a ONU, as doenças mentais ocupam posição de destaque na classificação de enfermidades que mais atingem a população mundial, a partir desse contexto surge a necessidade de se debater sobre tais mazelas no Brasil. Entretanto, estas ainda são tratadas como ´tabu`para sociedade brasileira. Desse modo, observa-se a falta de informação dos distúrbios, bem como a banalização destes e deveria haver a resolução do impasse.
         A inexistência de mecanismos de divulgação dos problemas da mente afastam os doentes do provável tratamento, uma vez que os indivíduos acometidos com a depressão, ansiedade, síndrome do pânico, entre outras, acreditam fielmente que é somente um processo de fracasso pessoal em que não se é possível buscar ajuda. Assim, nota-se a manutenção desse mal no corpo social.
         Ademais a prática de trivialização dos transtornos psíquicos corrobora para desvinculá-los da imagem de doença séria. De modo que, os enfermos são ridicularizados pela população chamados de incompetentes , fracos,preguiçosos e desocupados. Logo, evidência-se um grave problema de saúde pública, demonstrado pelo Ministério da Saúde  que aponta  os aumentos nos índices de câncer, derrame, doenças auto-imunes e até o suicídio como consequência dos dilemas da mente não curados.
          É preciso que os debates sobre as doenças mentais favoreçam para a quebra do ´tabu´na sociedade brasileira. Portanto, faz-se necessário um ater governamental em que por meio do Ministério da Educação sejam criados programas de conscientização através de palestras de informação e exposição dos sintomas, tratamentos e a seriedade dos transtornos psíquicos nas escolas e ambientes de trabalho, como também o Ministério da Saúde desenvolva a ampliação de tratamentos psicológicos em parceria com faculdades com a abertura espaços em postos de saúde para estágios de psicólogos e psiquiatras, a fim de se garantir o direito à qualidade de vida.