A necessidade de debater as doenças mentais

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    As doenças mentais são mais comuns do que se imagina, e também são mais graves do que se pensa. As doenças psiquiátricas mais comuns são a depressão e o transtorno de ansiedade, e se manifestam em grande parte da população mundial. Tal fato se afirma na base sobre a qual a sociedade atual se sustenta, na qual a saúde física é uma obsessão e a saúde mental é deixada de lado. E, infelizmente, esse grande prolema nem sempre é levado tão a sério.
    Antes de tudo, é preciso compreender o que é a mente. O conceito se refere a uma dimensão ou a um fenômeno complexo que se associa ao pensamento. Nesse contexto pode surgir um pensamento: Como alguém pode adoecer quanto a seu modo de pensar? A resposta não é tão complexa. O modo de consumo desenfreado e a instantaneidade das ações verificados atualmente são  os principais responsáveis por isso.
    A depressão, por exemplo, pode ser causada por fatores genéticos ou ambientais, ou seja, por aspectos ligados aos locais de convívio dos depressivos, e é considerada a principal doença do século. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a depressão afeta aproximadamente 16,5% da população mundial, atrás apenas da ansiedades, que faz sofrer cerca de 33% dos habitantes do planeta. Tais dados mostram a magnitude dessa questão, que não recebe a devida atenção. E é verificável, principalmente em redes sociais, quão desprezadas são as doenças mentais, que são muitas vezes ridicularizadas.
    Nesse contexto, cogita-se uma ação conjunta, entre os Ministérios da Saúde, do Trabalho e da Educação, na qual a população seria conscientizada e estimulada, principalmente nos âmbitos escolar e profissional, a falar de seus problemas, mágoas e decepções para evitar o desenvolvimento de doenças mentais, podendo ser punido o diretor de empresa ou escola que não ofereça assistência de profissional especializado aos trabalhadores e alunos. Não se brinca com a saúde, independente de ela ser física ou mental.