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    Ao longo da história da dita “loucura”, observou-se que as pessoas com problemas mentais eram adjetivadas como perigosas, anormais ou especiais. Tal observação antiquada promoveu nos séculos passados uma visão social de que tais pessoas fossem dignas de acorrentamentos, isolamentos sociais ou tratamentos sub-humanos, como por exemplo o uso dedutivo de eletricidade para tratamentos dos pacientes.
          Consequentemente, o preconceito pelos portadores de transtornos mentais generalizou-se na sociedade contemporânea contribuindo assim para uma aversão ao debate sobre o tema. Isto dificulta o processo de socia e ressocialização de tais pessoas, levando em consideração a carga negativa de estereótipos associado a ele.
              Sob esse prisma, espera-se dos meios acadêmicos, em destaque para as universidades, a promoção de debates científicos sobre o tema, buscado soluções conjuntas com as comunidades locais para superação dos estigmas sociais de tais pessoas. Projetos pedagógicos nas escolas e faculdades e campanhas de conscientização social são fortes aliados para alcançar tal objetivo.