A necessidade de debater as doenças mentais

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    A depressão e a ansiedade são as doenças mentais que mais atingem a população mundial e, ao mesmo tempo, as doenças menos debatidas na mídia, em casa e por porta-vozes da saúde. O suicídio pode ser uma das consequências para quem não trata a doença, assim como o sedentarismo e automutilação. O transtornos psicológicos e psiquiátricos paralisam ou tiram a vida do doente, o que evidência ainda mais a necessidade de se debater doenças mentais.
     Fatores genéticos e ambientais , como traumas passados, causam estas doenças. Os tratamentos envolvem medicamentos e acompanhamento médico, logo, é imprescindível que hospitais universitários públicos e órgãos governamentais de saúde, como o SUS, ofereçam tratamentos gratuitos para a população, uma vez que transtornos mentais atingem 400 milhões de pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde, e a minoria da população tem condições de acesso à um médico particular e compra mensal de remédios.
     Muito se fala na mídia sobre as doenças que podem levar à morte mais corriqueiras no mundo, como a AIDS e o câncer, mas, pouco se debate sobre as doenças mentais, que também podem levar à morte. Essa omissão da mídia, com a falta de campanha e não educação nas escolas, alimentam ainda mais a banalização dessas doenças, fazendo com que o doente não se trate por vergonha de se identificar e se aceitar como depressivo ou ansioso e que pessoas, por não saberem os sintomas, não os percebam e não os tratem.
     O governo deve se unir à mídia na criação de campanhas, palestras educacionais nas escolas do país e no livre acesso ao tratamento para a população. A AIDS, hoje em dia, é uma doença que pode ser controlada, que possui tratamento gratuito e que é muito debatida, mas, no passado, ela causava a morte de quase todos os pacientes. Já é comprovado, então, que é possível cumprir todos os passos para se debater e controlar as doenças mentais, para um dia ela ser tratada como todas as outras.