A necessidade de debater as doenças mentais

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    Uma das psicopatologias em evidência é a depressão e por se tratar de uma doença inicialmente mental e não física, de certo modo não está recebendo a devida preocupação por parte da sociedade, e assim provocando o crescimento da vulnerabilidade à doença. No intuito de romper tal desmazelo e abandono é preciso novos olhares e ideias a favor da mudança.
     Mesmo não tendo um conhecimento abrangente da situação, é notório os danos causados na vida de pacientes, como por exemplo o suicídio, perda de peso repentino ou também o isolamento social. Embora haja tratamento por meios de remédios, só eles não garantem o bem estar e a auto estima dos mesmos, o que afinal é de extrema importância. Destarte, há falhas agravando esse cenário.
     Embora haja o direito ao tratamento médico garantido pelo Ministério da Saúde a todos os brasileiros, ainda há deficiências no repasse desse atendimento gratuito. A burocracia nessa assistência gera de forma desrespeitosa a demora no atendimento dos casos. Além disso, a desatenção da população á essa condição psicológica é consequência da pouca clareza sobre o assunto em meios abertos como a mídia. Mesmo em meio dos problemas supracitados, há formas de reverter essa realidade. 
     Portanto, não é cabível aceitar essa precariedade no auxilio à quem sofre de depressão, dentre outras doenças mentais como esquizofrenia e trastorno bipolar. É preciso um aumento na grade de funcionários públicos qualificados, melhorando o atendimento à toda demanda populacional. Ademais, criar um sistema eficiente afim de acelerar o atendimento médico, resolvendo a demora na marcação de consultas. Somando-se a isso, o Ministério da Saúde deverá criar junto a empresas de marketing uma melhor divulgação sobre essa questão, no intuito de informar de forma clara e objetiva que essas doenças tem suporte do estado para o tratamento, resolvendo então essa problemática.