A necessidade de debater as doenças mentais

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    No que se refere às doenças mentais, pode-se perceber que, no Brasil, esse tema é profundamente banalizado. Em contra partida o país é palco de inúmeros casos e pouco se extingue, justamente pela trivialidade com que os problemas são debatidos o que gera a falta de tratamento adequado. É importante notar que as doenças mentais devem ser encaradas de forma mais séria, afinal, a doença pode causar consequências irreparáveis.
        A depressão pode ser de origem genética ou ambiental. No que tange os casos de depressão por razões sociais, está a alta competitividade entre os cidadãos cujo vertente não deve ser ignorada. Haja vista que essas praticas, como os vestibulares, exigem muito das pessoas e nem todos conseguem garantir uma vaga, o que gera em alguns o sentimento de impotência e inferioridade. As redes sociais ajudam no que se chama banalização do mal, onde é criado paginas de comédia com títulos como: graduação da depressão. Esses feitos geram na sociedade a intuição de que a doença é irrelevante, de modo que se pode fazer sátiras. São essas opiniões que não permitem com que muitas pessoas doentes tenham um tratamento adequado, pois são banalizados e até mesmo chamados de dramáticos.
       Pode-se notar que o aumento dos casos se inicia após revolução industrial, tendo em vista que foi um período de intensificação comercial. Onde os cidadãos começam a necessitar de qualificação para viver dignamente, já que os empregos estão sendo preenchidos por pessoas escolarizadas e especializadas. Atualmente, os jovens são muito cobrados por seus responsáveis, e pela mesma razão. A busca intensiva por melhores salários é um fator que causa conflitos entre o ser e a alma, isto é, o cansaço faz com que o homem tenha momentos depressivos, podendo ou não agravar.
         Desse modo com a trivialidade que se trata da doença e o acúmulo de pressões sociais, muitos buscam como solução o suicídio. A fim de minimizar esses casos, órgãos como as escolas e universidades devem proporcionar ações educativas, como palestras para que os jovens sejam conscientizados da importância de combater a depressão. Junto à isso, as mídias devem intervir realizando campanhas informativas com fim de aumentar o respeito àqueles depressivos e também divulgar o problema da banalização para que não mais ocorra. Os orgãos governamentais com respeito devem regulamentar leis de proteção aos doentes, a fim de os incluir na sociedade, dando-lhes direitos.