A necessidade de debater as doenças mentais

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    A Segunda Grande Depressão
         Ao longo da história humana sempre esteve presente movimentos de exclusão e inclusão, além de uma necessidade de priorizar determinados acontecimentos em detrimento de outros. Atualmente, um dos focos desses preconceitos são as doenças mentais que, por não receberem a atenção que merecem, prejudicam, e matam, mais do que deveriam.
          A depressão é, na maioria das vezes, associada por mentes leigas com a falta de comprometimento com algo ou com o insucesso econômico. Por conta disso, indivíduos depressivos tendem a dissimular os sintomas dessa enfermidade. Isso, alem de tornar muito mais difícil o combate dessa mazela, marginaliza o enfermo da sociedade e contribui para o agravamento da situação. 
       Mesmo com todas essas consequências as tentativas, por parte do estado de obliterar esse mal são quase nulas. As poucas resistências que existem se dão por parte de pequenos grupos ativistas que, mesmo se dedicando em tempo integral, não conseguem fazer com que este assunto seja debatido em rede nacional. Adquiriu-se um costume por parte da população brasileira de assimilar quaisquer patologias mentais a certos subterfúgios que não possuem nenhuma relação com o problema em si.
          Portanto, é papel do governo realizar congressos com os profissionais da área psicológica e psiquiátrica a fim de discutir quais medidas deverão ser tomadas para que ocorra uma maior conscientização por parte da população para com as pessoas afetadas por distúrbios mentais.