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    Com o advento do capitalismo na Idade Moderna e a Revolução Industrial na Idade Contemporânea, criou-se o hábito da compulsão pelo trabalho e de se obter uma satisfação de vida projetada pela sociedade. Os jovens desenvolvem doenças mentais, como ansiedade e depressão, por tentarem ser e possuir tudo o que a sociedade lhes impõe, como ser aprovado em uma universidade pública e ter uma vida social de prestígio. Os adultos as possuem por carregarem ainda mais pressão, desde obter um emprego com renda constante e alta, até possuir todo bem material que o capitalismo dita ser necessário. Para tratar-se uma população que na medida que se desenvolve economicamente desenvolve também doenças mentais, é preciso debatê-las. 
      Todo ano são feitos vestibulares no Brasil onde o processo preparatório é normalmente de 12 meses. Junto com as informações das provas, todo ano saem na mídia matérias sobre as doenças desenvolvidas pelos "vestibulandos", como são chamados os estudantes que se preparam para os vestibulares. Em sua maioria, os "vestibulandos" desenvolvem ansiedade, depressão e síndrome do pânico. Nos cursos preparatórios e em escolas, não é frequente consultas psicológicas oferecidas pelo estabelecimento junto às aulas didáticas normais ou momentos de lazer. 
      Em 1929, na quebra da bolsa de valores de Nova York, o índice de suicídio de adultos aumentou consideravelmente, comprovando como a pressão exercida no ambiente de trabalho gera sensações psicológicas muitas vezes insuportáveis. O ser humano é tratado como uma máquina, que deve produzir para possuir a qualquer custo.
      É imprescindível que se estabeleça em ambientes estudantis e de trabalho, áreas de lazer, como salas que ofereçam aulam de yoga ou atividades de descontração e que as prefeituras invistam em praças e outros ambientes públicos, como parques, oferecendo opções para a população desacelerar. Por fim, a mídia deve divulgar campanhas sobre doenças mentais para se conscientizar a população e tratá-la de imediato.