A necessidade de debater as doenças mentais

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    Quando um indivíduo encontra-se com algum tipo de enfermidade física: uma febre, uma diarreia a demonstrando que o corpo está em desajuste é perceptível até mesmo para uma pessoa que não é especialista da área médica. No entanto, quando uma doença psiquiátrica assola um um indivíduo este diagnóstico não é tão nítido assim, necessita de um acompanhamento profissional ligado a saúde mental.
    Segundo os dados oficiais da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 400 milhões de pessoas sofrem algum tipo de doença psiquiátrica, são números alarmantes que mostram a dimensão dos distúrbios psicossomáticos. Esquizofrenia, transtorno bipolar, depressão são alguns exemplos das variantes das doenças mentais, que precisam ter uma atenção maior por parte das autoridades públicas para que os indivíduos que sofrem com a doença e seus familiares sejam assistidos pelo poder público.
     Apesar do Governo Federal através do Ministério da Saúde por em prática políticas públicas no sentido de dar uma maior atenção a esta área, regulamentando legislação específica sobre o tema; a exemplo da Portaria nº 3.080 do ano de 2011 que dispõe sobre a implementação do: Centro de Apoio Psicossocial (CAPS) que irá trabalhar em parceria com o Sistema Único de Saúde (SUS). Mesmo com esta tentativa de criar centros específicos de apoio, a demanda não é o suficiente para para diagnosticar e atendar uma quantidade significativa de pessoas acometidas com a enfermidade.
     Dessa forma, o poder público, e a sociedade de modo geral necessita perceber que as doenças psicossomáticas precisam de uma atenção tão  imprescindível quanto as doenças físicas. Para que estas pessoas sejam acompanhadas por profissionais e que os seus familiares tenham o apoio do Estado para o tratamento adequado, da melhor forma para com estes sujeitos.