A necessidade de debater as doenças mentais

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    Na íngreme relação estabelecida pelo ser humano, falhas perpetuam estagnando aspectos relacionados à vitalidade, prova disso é a negligência com que são tratadas psicopatologias e o tabu que as envolve. Segundo Albert Einstein, físico teórico alemão, "o mundo não é ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem o maldade", tornando a sociedade compactuadora dos males, quando essa adepta uma postura inercial.
      Primordialmente, doenças mentais são causadas por diminuições hormonais no organismo, hormônios esses que são responsáveis pelo sentimento de prazer e felicidade no indivíduo. Isso decorre graças a fatores genéticos ou externos, aqueles transferidos hereditariamente e estes podendo estar, muitas das vezes, relacionados ao frenético modelo social imposto hodiernamente, que torna a busca pelo sucesso e a ascensão financeira peças chaves para um possível "estabilidade".
      Conforme dados lançados pela OMS (Organização Mundial da Saúde), o Brasil é o oitavo país com maior índice de suicídios e a cada quarenta segundos uma morte no mundo decorre dessa prática. Paradoxalmente, a banalização de termos como a depressão é frequente nos meios de comunicação e rotineiramente, não a reconhecendo como uma doença de risco que precisa ser medicada e acompanhada.
      Destarte, é de suma importância que sofrimentos psíquicos sejam colocados em pautas escolares, reforçando a prática de combatê-los. Ademais, cabe ao Governo Federal fiscalizar a psicofobia e estabelecer medidas que rompam a ligação entre preconceito e patologias mentais, propiciando um bom sistema hospitalar e campanhas preventivas. Além disso, para o papel familiar, cabe apoiar e incentivar a busca por um tratamento com acompanhamento médico adequado.