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    As doenças mentais estão presentes na sociedade há muito tempo, tendo relevância no século XVIII com a segunda geração ultrarromântica, mal do século, o qual muitas pessoas sofriam com a depressão. Assim, tal mazela se faz pertinente na sociedade contemporânea. Entretanto, atualmente é um problema de saúde pública a qual, de acordo com a OMS (organização mundial de saúde), 20 milhões de brasileiros sofrem com alguma psicopatologia. Logo, se não houve e maior cautela diante o problema ele se agravará tanto para quem sofre quanto para a saúde pública.
           Primeiramente, é necessário ressaltar que durante a idade média a sociedade isolada indivíduos que continham algum tipo de doença mental. Atualmente não se tem muita diferença, pois metade da população acredita que tais doenças são para "chamar atenção". Dessa maneira pessoas que sofrem com essas doenças, além de não acompanhar um tratamento correto, tendem a guardar tudo pra si prejudicando a própria integridade e desempenho sobre qualquer área.
           Ademais, tal banalização das relações humanas foram construídas ao longo da consolidação do capitalismo. Consoante disso pode-se comprovar a teoria do filósofo Zygmunt Bauman, modernidade líquida, que é representada hodiernamente com a falta de empatia e desvalorização do indivíduo próximo. Logo, a tendência de uma sociedade depressiva é provável.
           Outrossim, há a falta de orientação adjunto da escassez publicitária sobre as psicopatologias. Dessa forma, mesmo com os avanços na medicina, o tratamento adequado com medicamentos permanece despercebido. Certamente, é notório a carência do ministério da saúde em relação às doenças mentais, uma vez que com a falta de tempo de uma sociedade trabalhadora, ficará mais complexa a ideia de ter uma comunidade desarticulada em relação as ações cotidianas.
           Em suma, medidas são necessárias para que as doenças psicopatologicas, como a depressão, não se tornem o mal do século XXI. Como por exemplo, o apoio midiático em parceria com o ministério da saúde para realizar campanhas informativas para a importância do tratamento. Órgãos governamentais com o apoio de empresas privadas para que cada indivíduo tenha acesso à um psicólogo, durante o período de trabalho. Sobretudo, o auxílio de ONG's e família para promover campanhas que mostre a importância sobre o debate das doenças mentais no Brasil.