A necessidade de debater as doenças mentais

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    O palhaço triste
             A escola literária romântica foi marcada pela fase mal do século, onde dor profunda, tristeza e pessimismo marcavam a vida do autor. Na Idade Contemporânea estas características se enquadraram na chamada depressão, sendo uma das doenças mentais que mais afligem a população. Assim, é preciso que o Governo junto à sociedade busque soluções para este inconveniente social.
            Em uma primeira análise é visto que as doenças mentais deixaram de ser algo inerente a determinados indivíduos para se tornar epidemias, atingindo pessoas de todas faixas etárias, classes e gêneros. Segundo a poeta Isis Souza a depressão se manifesta de diversas formas, inclusive no riso, como o ator estadunidense Robin Willians, que retirava gargalhadas do público, enquanto era acometido com tal problema. Tristeza profunda, irritabilidade, pessimismo, isolamento social são os principais agentes responsáveis por alguns sintomas da depressão como alteração no sono, autoestima e apetite, sendo a doença mental com maior índice entre os brasileiros . Prova disso, foram os dados divulgados pela ONU - Organização das Nações Unidas- onde ceca de 23 milhões de brasileiros sofrem desta doença, sendo mais comum entre os idosos. 
              Vale ressaltar que há uma grande banalização por parte da população aos indivíduos que sofrem de transtornos mentais, sendo tratados como se não fossem doentes, de forma desrespeitosa, muitas vezes sendo taxados como pessoas sem ocupação. Além disso, mesmo que a medicina tenha avançados seus estudos sobre as doenças mentais, muitas vezes os sintomas são confundidos com fatores do cotidiano, como baixa autoestima, irritabilidade e ansiedade e acabam passando  por despercebido. Assim, por não saber diferenciar as suspeitas e receber os cuidados corretos, as enfermidades continuam crescendo cada vez mais.
         Fica claro, portanto, a necessidade de combater o crescimento das doenças mentais e educar a sociedade a respeitar os transtornos psicológicos. Assim, é fundamental que o Governo Federal junto ao Ministério da Saúde forneça mais verbas a este setor e crie centros de apoio em todas as redes de saúde, apresentando palestras com psicólogos para o auxílio no tratamento. Além disso, a mídia junto à ONGs deve promover palestras enfatizando os sintomas dos transtornos para que os indivíduos que possuírem quaisquer sinais consigam procurar assistência. Ademais, as escolas junto à família deve incentivar valores de respeito ao próximo e a busca de uma sociedade mais tolerante as crianças, já que estas serão futuros cidadãos. Assim haverá um amparo aos indivíduos que sofrem destes transtornos psicológicos, não sendo mais o riso uma forma de mascarar tais doenças.