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    Em divertidamente, Riley após mudar de cidade e enfrentar o processo de madurecimento , sente dificuldades em controlar suas emoções perdendo muitas delas ao longo da história junto de suas memorias.A confusão mental que não é compreendida pelos pais da garota revela o quadro de depressão e solidez que ela enfrenta. Fora do filme as doenças mentais tem aflorado pelos choques de emoções necessitando os pacientes de acompanhamento psicológicos, se tornando um problema quando não se tem muitos profissionais para atender a alta demanda de pacientes, além da visão cética e preconceituosa que a sociedade tem de tais doenças. 
         A dificuldade de associar as emoções e sensações aos vários momentos da vida é um dos grandes influenciadores do surgimentos dos transtornos mentais. Segundo estudos da Associação Brasileira de Psicologia subiu em 80% o número de pessoas que contrairão transtornos mentais por conta de frustrações e quebras de expectativas. Após se dedicarem a fatos e acontecimentos e ao final esses não corresponderem com a realidade, gera nos pacientes um bloqueio cerebral necessitando de tratamento imediato para reabilitação, contudo, tal missão se torna inalcançável quando o número de profissionais é inferior a crescente demanda dos pacientes, não existindo investimentos do governo na área, ficando o paciente a mercê de suas próprias forças. 
          Tal como na revolta da vacina o governo desejava suprir o surto da malária, mas a população cética da doença e de seu tratamento se recusava a entende-la. Da mesma forma a população não consegue ver o real problema dos transtornos mentais, tratando eles muita das vezes com sensos comuns: "só acontece com ricos", "é falta de trabalhar", em vez de bater de frente com o problema subjugam as pessoas e até as discriminam. Retrocedendo no campo da igualdade , havendo um pensamento cético e preconceituoso empregado na população. 
        Para resolução do impasse é necessário que o governo aumente o estimulo aos profissionais da área da neurociência e psicologia, implantando mais cursos relacionados nas faculdades públicas e privadas, além de oferecer mais vagas aos profissionais da área nos sistemas únicos de saúde, a fim de aumentar a malha de profissionais que possam combater tais doenças. É necessário que o governo crie grupos de apoio nas escolas com psicólogos e neurocientistas para debater sobre os transtornos e possíveis esclarecimentos aos alunos e a comunidade. Conciliado é necessário que o governo divulgue campanhas nas rádios e televisão esclarecendo sobre as doenças, os riscos e a necessidade de procurar profissionais para tratamento, a fim de radicalizar os transtornos e derrubar os sensos comuns sobre elas.